A Botija
um pequeno inventario de historias fantasticas do Nordeste Brasileiro
A BOTIJA, um pequeno inventário de histórias fantásticas do Nordeste Brasileiro é um mergulho no realismo fantástico do sertão Nordestino. Através de uma narrativa envolvente, a cia Fabulinhando traz à cena o mistério das botijas enterradas, as histórias de malassombros e a riqueza oral que moldou o povo nordestino. A peça promove um resgate da memória afetiva de nossos avós, apresentada com uma estética contemporânea composta por diversas camadas do artesanato sertanejo e uma dramaturgia que contempla todas as idades.
Em sua dramaturgia o espetáculo narra a jornada de três irmãos que retornam ao quintal de sua avó numa cidade fictícia dos sertões do Nordeste Brasileiro em busca da botija do tesouro que a avó disse que estava escondida. Nesse retorno às origens de sua infância, o quintal da avó se revela um lugar fantástico que lança as personagens numa aventura de encontro com seres arquetípicos e encantados que compõem o imaginário dos mais velhos que vivem no sertão.
Nessa busca é preciso encontrar a caipora, entrar dentro da serra da princesa, conhecer a mulher do sonho e libertar uma mulher fantasma de uma casa abandonada no fundo do quintal da avó. Ao final dessa busca se descobre que a botija sempre esteve com eles e mais próximo do que imaginavam. A BOTIJA, um pequeno inventário do Nordeste Brasileiro é um exercício de ancestralidade e um convite a uma renovação de vida num jogo espiralar com o tempo através das histórias contadas pelos mais velhos.
Aquilo que carregamos nos chega através do tempo e é preciso se conectar com essa matéria da memória para seguir com os pés ancorados no chão que nos constitui.
O espetáculo ganhou o prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA – 2025) de melhor espetáculo infantojuvenil pelo resgate das tradições orais. Realizou uma longeva temporada no Itáu Cultural de fevereiro a novembro/2025, temporada no Sesc Pompeia (maio/2026), apresentações em diversas unidades do SESC São Paulo e participou das seguintes mostras e festivais.
FICHA TÉCNICA
Atuação e direção: Jhoao Junnior e Maria Alencar
Ideia original e dramaturgia: Jhoao Junnior
Musicista: Babi Pacini e Juh Vieira
Bordados (figurinos): Maria Alencar
Cenografia: Jhoao Junnior
Pinturas: Andrea Gandolfi
Painel (tapeçaria): Irapuan Júnior
Painel (execução): Rafaela Brito
Direção de movimento: Ronaldo Aguiar
Canções e arranjos: Jhoao Junnior e Elaine Silva
Trilha Sonora e pesquisa musical: Elaine Silva
Coco de chegada e despedida: Nildo Verdelinho
Iluminação: Júnior Doccini
Operação de luz: Pedro Moura
Técnico de som: Eddu Ferreira
Assistente de produção: Marceu Silva
Realização: Potyguar Produções e Cia Fabulinhando
Fotos: Arnaldo Sete.
Apresentação realizada na Caixa Cultural do Recife dentro do Festival Pintando o Sete (julho/2026).
Fotos: André Amorim
Apresentação realizada dentro da comunidade Quilombola do Lambedor (Lagoa Grande/PE) dentro da Mostra Aldeia do Velho Chico promovida pelo Sesc Petrolina (Ago/2025)
Fotos: Leonardo Souzza.
Em temporada na sala vermelha do Itau Cultural (fev a nov/2025).



















